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Através de Twitter e Facebook jovens se mobilizam para ajudar as vitimas da tragédia no Chile


Nos últimos 2 post falei um pouco da dependência que nós usuários estamos tendo das famosas Redes Sociais, pois bem eu combato um pouco a forma como alguns utilizam esse meio de comunicação, mas quem sou eu para julgar o que é certo ou errado, mas o que não se pode é tornar-se totalmente dependente delas, ou então fazer de uma simples rede social ou seu diário de Bordo, pois como já vimos nos post anteriores, já teve gente comunicando morte de filho, comunicando a demissão, pretensões de explodir um aeroporto com raiva por ter atrasado o vôo, enfim as maneiras são as mais variadas possíveis, muitas vezes de tanto eu falar isso pode até parecer que sou contra essas redes, mas não é nada disso e para provar aqui vai uma noticia boa aliás é a segunda vez que vejo algo a respeito de como em alguns casos usuários fazem com que elas sejam de uma utilidade ímpar.

Via Twitter e Facebook, chilenos juntam sete toneladas para as vítimas do tremor

Jovens amigos criaram comunidade para recolher mantimentos. Mobilização saiu do virtual e foi para as ruas da capital, Santiago.

No dia seguinte ao forte terremoto que atingiu o Chile, o cientista político Renato Briceño e o estudante Mauricio Compillay queriam ajudar as vítimas, mas não sabiam como. Sem ter nenhuma filiação a grupos ou instituições, eles acharam que tinham duas opções: fazer um plano que poderia levar uma semana e então seria tarde demais para ajudar, ou colocar uma barraca numa rua de Santiago, com uma placa para pedir ajuda e espalhar o endereço do grupo pela internet.

Pois bem a idéia deu certo!!!

“Organizamos tudo com duas pessoas e dois cliques. O pessoal começou a retwitar e nossa comunidade no Facebook começou a crescer. No primeiro dia, no domingo, apareceram umas 15 pessoas. No segundo umas 50. Hoje são mais de 350 voluntários e arrecadamos 7 toneladas de mantimentos, dos quais quatro já foram enviadas”, contou Renato.

Como eles não tinham onde deixar as coisas, resolveram montar um acampamento na praça para vigiar as doações. “No fim, as pessoas já estavam nos trazendo comida, e alguns dormiram aqui também”, conta Maurício.

O grupo, que não tinha um nome, passou a se chamar “Carpa de Ayuda” (“Barraca de ajuda”). Eles criaram até uma credencial para cada voluntário. As doações terminaram nesta quinta, segundo eles, para não concorrer com o ‘Teletón’, evento beneficente marcado para esta sexta.

Conforme costumo dizer, quando você tem uma boa ferramenta nas mãos e sabe usar da maneira correta, ou seja para fazer o bem, se torna gratificante ver essas ações e fazer parte delas quando dá. Parabéns pela iniciativa dos que começaram e dos que estão participando, vendo uma noticia como essa, a gente fica um pouco mais feliz apesar do sofrimento que toma conta da região mas pelo menos a gente pode ver que nesse mundo ainda existe muita gente boa.

Fonte: G1

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