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Archive for the ‘Robótica’ Category

Robo controlado pelo pensamento

9 de junho de 2013 Deixe um comentário

Já não é mais exclusividade de filmes de ficção cientifica, pesquisadores franceses juntamente com uma equipe de pesquisadores japonêses desenvolveram a tecnologia que permite controlar um robo humanoide à distância atraves do pensamento.

Atraves das mudanças de fluxo sanguíneo que são ligados a atividade cerebral. O algoritmo desenvolvido pelos pesquisadores utilisa essas informações para aprender associando cada fluxo especifico para um determinado movimento.

Na experiência uma camera foi instalada no rôbo para permitir a visualização de garrafas de tamanhos diferentes que brilham em frequencias diferentes, quando um usuário se concentra em um objeto, os captores detectam a atividade cerebral, que será diferente de acordo com o brilho do objeto e o rôbo vai pegá-lo.

Para andar com o rôbo, setas ficam piscando em um tela e os captores detectam qual seta o usuário está concentrando para indicar a direção desejada.

De acordo com os pesquisadores, antes de tudo é preciso concentração e se esvaziar de pensamentos para que tudo possa correr bem.

O objetivo dos pesquisadores é alcançar o perfeito sincronismo entre o usuário e rôbo.

Fonte :Euronews

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Rôbos com cérebro e sistema nervoso artificial.

23 de dezembro de 2009 Deixe um comentário

Um grupo multidisciplinar da Universidade de Harvard, Estados Unidos, composto por  biólogos, cientistas da computação, engenheiros e, claro, roboticistas, de posse de uma quantia considerável, US$10 milhões, pretendem construir robôs inspirados em abelhas. Mas até ai nada de novo, pois criar robos inspirados em insetos já não é mais uma novidade, mas estes não serão apenas robôs insetos que imitem o comportamento de uma abelha de modo individual, agora o objetivo da pesquisa é construir enxames de abelhas-robôs e reproduzir o comportamento coletivo de colmeias inteiras.

Utilizando-se das mais modernas técnicas de miniaturização, envolvendo acionadores piezoelétricos, músculos artificiais, fontes de energia ultra miniaturizadas e sensores inteligentes, os pesquisadores terão que desenvolver algoritmos computacionais capazes de gerenciar as inúmeras máquinas independentes, para que todas ajam em “benefício da comunidade,” executando tarefas de interesse comum.

Desafio

O primeiro desafio de acordo com a equipe será desenvolver uma réplica eletrônica do sistema nervoso desses animais.

De acordo com eles, mesmo que seja um sistema nervoso artificial simplificado, pois isto é essencial para que os robôs possam ter “sentidos” e sejam capazes de lidar adequadamente com os dados dos sensores e reagir ao ambiente, adaptando-se a modificações nesse ambiente.

A segunda parte do desafio será a criação de um conjunto de sensores inteligentes, que possam reproduzir os olhos e as antenas das abelhas.

Quando tudo for integrado, os cientistas terão uma espécie de “cérebro” do robô, capaz de lidar com a “fisiologia” dos equipamentos, controlando e monitorando o voo, sentindo os objetos e coordenando decisões simples, como se um determinado local é seguro para pousar ou não.

Protótipo do robô-abelha

Voando em conjunto

Depois de vencidos os desafios, eles deverão garantir que todo esse aparato seja capaz de voar. Com robôs que serão minúsculos,  usar baterias não parece ser a solução ideal para suprir a energia necessária. Devido a isso os cientistas ainda não sabem qual será a melhor opção, mas os capacitores estão entre as opções mais cotadas.

E pra finalizar o acabamento e conseguir imitar o sofisticado comportamento de uma colônia real de abelhas, os cientistas deverão desenvolver algoritmos de coordenação e formas de comunicação entre as abelhas-robôs, incluindo a capacidade para que os robôs comuniquem entre si e com a colônia e voem de forma coordenada.

Segundo os cientistas, seus minúsculos robôs e seus programas de computador deverão impactar áreas que vão desde a própria biologia e os estudos de entomologia, até a biologia desenvolvimental, a construção de microaviões e a inteligência artificial.

Fonte: Inovação Tecnológica